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    Quarta, 14 Janeiro 2026 02:06

    Zico marca outro gol de placa no Maracanã

    Maior artilheiro do outrora maior estádio de futebol do mundo, 35 anos depois de encerrar sua carreira o Galinho de Quintino continua a dar show no seu palco preferido. Assim acontece todo fim de ano, quando Zico promove o Jogo das Estrelas. O evento reúne jogadores em atividade ou já inativos. Este ano com a novidade: jogadoras da seleção feminina do Brasil.

    Na partida preliminar, artistas entram em campo e mostram suas habilidades(?) com a bola. Parte da renda é destinada a projetos sociais de grande impacto. O parceiro em 2025 foi o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), com os recursos voltados para ações em defesa dos direitos das crianças e adolescentes no Brasil.

    Diante de quase 38 mil torcedores, o jogo principal terminou com a vitória do time do Zico sobre o de Romário, por 11 a 6. O resultado pouco importou. Valeu rever antigos ídolos da bola em ação. Verdadeiro desfile de campeões, os craques do presente e do passado fizeram a festa da galera.

    Deu de tudo. Desde o sempre polêmico Renato Gaúcho, hoje treinador, até o adorado Maestro Júnior ou o folclórico artilheiro Obina. Com os flamenguistas em maior número no estádio, Renato recebia vaias quando tocava na bola.

    Júnior deu lindo passe para o gol mais bonito da noite, marcado por Pedro, atacante do Flamengo da nova geração, de bicicleta. O passado e o presente unidos pelo talento.

    Aliás, em matéria de passado, a torcida vibrou com o gol de Petkovic, o primeiro da partida. Na mesma baliza na qual o sérvio fez, de falta, o terceiro gol do Flamengo, em 2001, contra o Vasco, que deu o título de tricampeão carioca para o rubro-negro. O goleiro em ambas as partidas? Helton. Coincidência ou maldade do destino?

    O último gol do jogo foi de Tom, de 5 anos, neto mais novo de Zico. Foi o momento lúdico do evento. O menino conduziu a bola e chutou com personalidade para o gol, para o delírio até dos adversários.
    Além da grande festa esportiva, o resultado social do evento faz a diferença na vida de quem precisa. São 21 edições de absoluto sucesso. Zico faz a entrega dos recursos em cerimônia pública, com transparência e identificação dos segmentos beneficiados. O gol marcado pelo Galinho no jogo empolgou seus fãs. O gol de placa mesmo começou a ser feito há 21 anos. Valeu, campeão!

    Publicado em Autores convidados

    Há algum tempo, neste espaço, escrevi crônica sobre a vida dos sósias de pessoas famosas. Gente beneficiada pelo destino em colocá-las no mesmo tempo em que alguém parecidíssimo com elas ganhou fama e generoso espaço nos meios de comunicação.

    Os quatro exemplos usados como modelo levam vida boa às custas da tal semelhança. Muitas vezes são usados por seus ídolos em manobras para enganar o público e permitir maior privacidade do famoso.

    Recentemente, os fatos mostraram outra realidade em alguns casos. O cenário esportivo sofreu verdadeiro terremoto com a foto na qual o atacante do Flamengo Gabriel Barbosa, o Gabigol, ídolo da torcida rubro-negra, aparece com a camisa do Corínthians. Choveram críticas à atitude do polêmico jogador, conhecido por causar.

    A revolta da torcida atingiu, por tabela, o sósia do Gabriel, Jeferson Sales. Acostumado com os benefícios da semelhança, pedidos de fotos, autógrafos e todas as vantagens de ser quase ídolo, agora passa por momentos complicados. Em declaração postada nas redes sociais, Sales reclama das ameaças sofridas e até tentativas de agressão. Como a própria torcida diz quando protesta, “acabou o amor”.

    Até o momento, Sales evitou informar aos torcedores qual é a nova rotina. Ele prefere a segurança à possibilidade de confrontos em locais públicos. Pelo menos deu a entender ser essa a sua atitude, em tempos de baixa popularidade de Gabriel.

    O problema já deve ter ligado o sinal de alerta aos outros sósias, exceto Renato Carlini, o cover brasileiro de Elvis Presley (isso se Elvis morreu mesmo). Imagine um ídolo arrumar trapalhada de grosso calibre e comprometer a boa imagem? Lá se vai a fama para o espaço. O jeito é aproveitar a maré enquanto está em alta. Afinal, como diriam os antigos, “ninguém sabe o dia de amanhã”.

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