Outro dia, encontrei, no Youtube, gravação do programa The Noite com Danilo Gentile, dublê de jornalista e humorista. Os convidados do dia eram quatro sósias de celebridades. Valeu a pena. Morri de rir com as histórias do grupo.

José Robson Batista (Ronaldinho Gaúcho) e Natiare Azevedo (Sandy) impressionam tal a semelhança com seus ídolos. Gabriel Lucas (Neymar Jr.) também confunde os menos avisados. Renato Carlini faz um Elvis na fase inicial da carreira.

Eles treinam à exaustão gestos e posturas, pois usam a semelhança como fonte de renda, inclusive com autorização das celebridades; menos Elvis Presley, claro. Bem, como alguns juram que Elvis não morreu... Deixa pra lá.

O trabalho(?) só tem alegrias. Gabriel é sósia oficial de Neymar Jr. Ainda está longe da condição de parça, mas substitui o jogador em partes das gravações de comerciais, inclusive no exterior. Adora a fama, apesar de ser apenas sósia.

José Robson Batista vai pelo mesmo caminho. Jura já ter conseguido relacionar-se com garotas como se fosse o craque gaúcho, bastante conhecido pelas conquistas e festas animadas promovidas em casa ou fora dela. Chegou a desfilar em cima do carro dos Bombeiros depois de conquista de campeonato pelo Atlético Mineiro. Ronaldinho foi para casa, onde rolava embalo menos concorrido.

Natiare só tem elogios para Sandy. Até o timbre de voz soa igual. Ela jura ser natural. Talvez seja. Na hora de cantar, a diferença aparece forte. A simpatia é a mesma da cantora.

Renato faz o Elvis atlético da primeira metade da carreira. Imita os gestos à perfeição. Dança muito bem. Já a voz... Mesmo assim, tem compromissos oficiais toda semana como sósia de Elvis.

Todos ganham bem, curtem a fama, divertem-se e são respeitados pelas celebridades. Sorte deles. Eu parecia com o falecido PC Farias, envolvido nas falcatruas do Governo Collor e, à época, foragido. No auge da confusão, peguei voo de Brasília para Boa Vista. Tive meus quinze minutos de fama. Morto de medo de ser preso por engano.

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